propósitos, fins e lembranças

Então eu estava navegando pelas internet, pelos blogs e escritas alheias e me reparo com a pergunta “como que você gostaria de ser lembrada?”. Eu nunca tinha pensado e isso me levantou uma  leve dorzinha no peito, porque lembrança, por mais que seja uma palavra bonita, significa que algo que acabou e está lá atrás. Falar da minha própria lembrança é envolver meu próprio fim. Pesado. Eu até tentei ignorar por um tempo essa pergunta, justo por causa dessa dorzinha que causou, mas sabe que até no meu trabalho essa pergunta batia? Olhava tudo ao meu redor e me questionava se minhas atitudes eram significantes para alguém, se o que eu falava alguém prestava atenção. E o engraçado é que ainda esse ano, eu fui aplaudida por dar um discurso extremamente espontâneo. Então eu cedi essa pergunta, sentei numa mesa, com papel e caneta na mão e resolvi escrever.


Sempre que eu deito no travesseiro, eu penso no meu maior objetivo de vida. Penso e acredito com todas as minhas veias que estou aqui por um propósito. Não tenho religião no momento mas meu acreditar espiritual envolve karmas, alma, energias, destino e scripts do universo. E me faz pensar que antes de eu ir embora, eu necessito com todo meu coração de ter feito o que fui proposta para fazer. E sabe, quando a gente fala se propósito, são coisas que nós fazemos com muito amor e prazer. O meu é educação. É saber ensinar e poder contribuir para um mundo melhor através disso.

Meus sonhos passaram por muitas transições. Já sonhei em ser jornalista, artista e professoras várias vezes na minha vida e nunca tinha percebido o que todos eles tem em comum para mostrar que eu tinha um propósito aqui, sim. E acho que é assim que quero ser lembrada: conseguir fazer com que um aluno goste de estudar, que ele veja que a matéria pode ser divertida, que livros são encantadores, que os sonhos deles podem ser sim alcançados.

Meu sonho é poder um dia ouvir um aluno falando que eu fiz diferença na vida dele, porque eu o ensinei a ler ou que o ensinei a não desistir dos seus sonhos. Que sempre fiz do meu melhor para àqueles que estão ao meu redor, para que a próxima pequena alma que eu tocar, faça uma diferença na história no mundo de um modo extremamente positivo. O meu sonho é conseguir manter acessa a luz daquela criança que quer ser muito um bailarino, por exemplo, mas só não é encorajado porque os pais não acreditam que o mesmo tem um potencial. Eu quero fazer a diferença. Quero ser lembrada por aqueles que ajudei a voltar a possuir um sorriso, a gostar de livros porque minhas leituras são engraçadas, a ser sempre companheira e ter a capacidade de acreditar nas pessoas.

Quero ser lembrada através da simplicidade na nossa vida. 

 

 

a trilha sonora da minha história.

Em 2017, como vocês viram, eu tive muitos momentos divertidos e pouco falei sobre os momentos tristes e que foram barra pesada pra mim. Eles aconteceram, mas passaram. Tanto que se eu for falar aqui, parece que foi uma coisinha, algo que faz muito tempo, talvez a uns cinco anos atrás. Algo que eu nem acredito que eu realmente me preocupei. Portanto, eu procurava algo ou alguém para me manter em pé quando eu literalmente quis desabar. Ano passado, muito por causa dessas pessoas e situações, eu amadureci. Amadureci de um jeito que nem acredito. E só por causa disso, eu entendo quando meu pai e minha mãe fala que eu tenho muito pelo o que passar, que vai vir muita maturidade ainda. Que isso “é só a gota do oceano“. As minhas bases foram meu namorado, que por mais que eu implicasse com ele, ele tentava me fazer vê-lo as situações de forma totalmente racional. Até porque ele é assim, eu sou a mais emocional da história. Além dele, foram as músicas. Olha, não sei se vocês sabem, mas eu sou surda. Tenho perda severa em ambos os ouvidos e só consigo curtir música, ver vídeos ou ouvir áudios no whats app por causa do meu aparelho. E por causa desse meu jeito, eu sustento muito valor às letras da música. Eu curto a música, consigo reconhecer alguns instrumentos e com sorte entender a letra quando ela está sendo cantada, senão a procuro (isso quando meus amigos não já mandam pra mim). Foi assim quando eu ouvi a música nova (ok que hoje já não é tão mais nova assim) do Harry Styles, Sigh of the Times. O meu ano está em toda aquela letra. Os meus problemas estão incluídos naquela letra. Eu me vejo ali. Eu me vejo até no ritmo que a música é tocada – quando a identificação é tão grande com uma obra, a sensação é maravilhosa, não é mesmo? Se você nunca leu a letra, vai lá, procura, leia sem a música, sem ritmo e você vai me entender.

Quando ele diz logo na primeira estrofe para eu parar de chorar porque é um sinal dos tempos, eu entendo a mensagem. Esses problemas que estavam me acontecendo, eu já sabia como lidar, porque eu já estive ali. Mas eu precisava passar por aquilo. Era sinal do tempos, talvez aquele que estivesse vindo e que no final me desse uma paisagem linda e melhor ali no meu futuro provável.

O tempo todo eu tive que me lembrar de que aqueles problemas ali, por mais que fossem pequenos mas grandes na minha visão daqui, eles iriam passar, we gotta get away from here. De um jeito ou de outro, por mais que por um tempo nós tampássemos o problema e fugíssemos deles, eles apareciam a qualquer momento. Às vezes tudo que precisamos é de diálogo, falar tudo o que for suficiente, por mais que isso saia como grito, sabe? E com isso abrirmos mais nossas mentes a situações e opiniões. Porém  como nós já estivemos ali, temos que resolvê-lo e deixá-lo para trás mas quando formos parar para pensar nessa nossa história, tentar entender o que nós aprendemos com aquele momento pesado. Se aquilo me acrescenta tão bem ou me acrescenta de um modo ruim. E dependendo, tentarei sempre ver a paisagem de outro jeito. De um jeito bom.

 It’s just what we know.

Era Harry repetindo o tempo todo, saindo da linha indie de violão só pra me dizer que era sinal dos meus tempos. Era hora de crescer.

 

We don’t talk enough
We should open up
Before it’s all too much
Will we ever learn?
We’ve been here before
It’s just what we know

Qual é a sua trilha sonora?

ironicamente, eu precisava disso

Faz um tempo que tenho me pegado sempre pensando constantemente nas possibilidades que poderia ter sido alguma experiência que tive no meu ensino médio. Para aqueles que não sabem exatamente do que falo, meu ensino médio foi uma época bem complicada para mim. Comecei a entrar em dificuldade com a área de exatas, me sentia uma pessoa que não sabia de nada, que não tinha dom pra nada (por mais que eu tirava 9.5 em português sem estudar nadinha). Acreditava que não iria para frente, que as universidades federais não era meu lugar. Dito e feito, eu não passei numa federal. Fui reprovada logo de cara. Isso tudo porque eu não acreditei no meu potencial, não acreditei em mim mesma. Tive experiências tão pesadas no ensino médio que apesar de tudo, de todas as coisas boas que me rodeavam na época, eu só focava nos meus defeitos. E não os aceitava! E por este fator, eu ficava me cobrando até por situações que eu tinha controle algum! Olha só quanto detalhe eu lembro disso e eu me formei do EM fazem quatro anos já.

Como eu ia dizendo, não foi fácil e por isso, passei em meus momentos de ócio, meio que sem querer (e mesmo que fosse contra a vontade e eu percebesse, era tentador), ficava pensando no E SE de todas as situações doidas que tive que lidar. Claro, eu com essa cabeça, teria me livrado de cada enrascada…

Só que cansei. Cansei de supor, nada muda. Todo mundo fala isso pra mim que pensar não iria mudar nada e até a pouco tempo era esse o tentador, não mudar e ainda sim continuar pensando porque não haveriam consequências para eu lidar. Mas cansa. Cansa muito. Cheguei naquele pontinho da linha temporal que só quer olhar pra frente. Olha para a janela e respira o ar. Olha para o espelho, e contenta cada pinta que tenho na pele. Aquela ali, em dois mil e quatorze, não é mais eu. Eu mudei e eu sinto isso. Minha cor favorita mudou, meu cabelo mudou, minhas músicas favoritas mudaram, meus filmes favoritos também mudaram, meu jeito de lidar e amar as pessoas mudou, a forma de sorrir, meu círculo de amigos e inclusive até a minha casa mudou!

Porque viver com os meus pés virado pra trás? Virado para época que já se foi e minhas cicatrizes que já fecharam. Não tem porquê. Eu mudei tanto que nem percebi que essa mudança estava acontecendo, foi preciso de um baque muito grande para que eu percebesse, claro. E que baque! Eu precisava disso.

 

faz muito tempo, mas aqui estou eu

Talvez essa minha falta por aqui por durante um ano fez eu conquistar algumas coisas e indo perceber certos acontecimentos e os mesmos sendo guardados aqui no meu coração. E eu vim pra cá contar e escrever que ano que vem, por mais que ele comece, eu deixei bem aqui registrado que dois mil e dezessete não foi um ano em branco. Eu só não escrevi muito, mas agora eu volto com muita sede de escrever. Porque todo aspirante a escritor está aqui pra eternizar, não é mesmo? É isso mesmo que vim fazer.

Foi durante esse ano que começo tendo algumas responsabilidades familiares, lembro que passei meu aniversário de vinte anos ajudando a mãe no trabalho e me contentando que não será dessa vez que irei fazer alguma reuniãozinha mesmo com bolo. Eu tava ciente disso e estava ciente também do porquê. Eu não reclamei. A gente chega na idade do jovem adulto e começa a notar certos privilégios, não é mesmo? Sem falar que nesse mesmo mês, com o presente que ganhei do meu avô, eu resolvi doar para as pessoas de rua. Eu ganhei 50 reais e resolvi gastá-los ajudando duas crianças de ruas, levando ao Big e deixando que escolhessem o que quisessem. Um feliz ano novo para eles também, né?

Em fevereiro eu começo a trabalhar no meu trabalho fixo completando logo um ano de contrato e fico internamente muito feliz, porque honestamente é um trabalho que eu gosto muito de ter. Preciso, mas eu tenho gosto por estar lá. Prova disso que esse ano já cheguei a trabalhar doente porque não achei viável ficar em casa sem fazer nada, além de sentir uma leve culpa por estar longe. Também é nesse mês que começo a frequentar meu tão esperado primeiro dia de aula numa nova faculdade (é, esse ano eu troquei de curso) e estou tão, tão apaixonada pela área da educação e não penso com tanta rapidez voltar para área que estudava antes (esta sendo jornalismo). Aconteceu uma identificação tão forte, me encontrei ali. Apesar de passar por umas barras pesadas, nada supera o gosto que senti pelos momentos de aulas que simulei e as pesquisas que efetuei.

 

Entre indas e vindas de estudos, pesquisas, tentando me encaixar em um grupo na sala e percebendo em menos de um ano em como a vida é irônica e te coloca pra andar e confiar nas pessoas nas quais você achou que nunca andaria. Em menos de um ano eu senti coisas que eu achava que era muito maior para sentir, pra você ver que aprendi que sentimento a gente não deve subestimar (ou brincar). Acabei andando com quatro amigos maravilhosos de lá, todos eles sem ter ideia lá no comecinho de semestre que se tornariam pessoas que iam significar muito pra mim. Em 10 meses, nós fizemos muita coisa significativa um para o outro. Contamos segredos, brigamos, comemoramos e ainda estamos só indo pro segundo ano de curso. E eu sinto que quanto à faculdade, a intensidade vai ser outra mas num nível muito bom. Posso falar que tenho expectativas quando não deveria ter? É isso aí mesmo.

Foi no ano de 2017 que vi com quem eu posso contar pela vida toda e de como passar um tempo em família é uma coisa intensamente maravilhosa desse universo. Foi na metade do ano que na primeira oportunidade de ver minha família de sampa, eu fui. Comprei passagem e fui sem contar as moedas no meu bolso (no improviso!). Cheguei lá e aproveitei tanto! Fui no cinema com as minhas irmãzinhas (que continuam incríveis, quanto mais elas crescem, mais meu coração enche de amor), saí com os meus pais pro cinema, conversei tanto com eles e descobri mais ainda o quanto a educação é maravilhosa depois que tive umas conversas reflexivas com a minha madrasta, essa que acabou de se Mestrar na área de educação também! Sem falar que fui ver pela primeira vez meus amigos virtuais do clube do livro! Foi nessa viagem também que turistei São Paulo em uma semana inteira com a minha Vó, essa, que preciso ressaltar, é a minha heroína e meu exemplo como pessoa. Apesar das dificuldades de visão que ela possui, ela passeou por São Paulo comigo mostrando e contando histórias de como certos pontos da cidade mudaram. Foi em museus, em amostras, na casa de todos os familiares que não vejo a anos! Só de lembrar do sorriso de todo mundo em me ver, meu coração aperta de saudade novamente. Guardei fotos, mas perdi depois que meu celular quebrou e acabou “resetanto”. Mas assim como a minha vó diz, está tudo aqui guardado, ó, no meu coração. Eu me lembro que fui no maior sebo de São Paulo e saí de lá com 3 livros e 2 HQ’S. E também com a vontade de voltar.

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Passeio para Itapema/SC com meus irmãos de 10 e 7 anos.

Voltei para Joinville mudada. Literalmente. Sobre questões familiares, sobre aproveitar o momento, aprendi sobre ministrar dinheiro e cobrar meus direitos na minha cidade. E ainda aprendi mais sobre pró-atividade no trabalho. Mas é sempre assim, um final de semana ou uma semana inteira com a minha família eu nunca volto a mesma. Até hoje eu me lembro dos passeios que tive com eles no carro e eram sempre reflexivos quando mais nova.

Assim que voltei para a cidade em que resido, acabei me enrolando com uma viagem de amigos para uma cidade à duas hora da minha. Nela, acabei andando muito, tendo um roteiro muito no improviso, desde de ver duas amigas de infância a almoçar numa praça pública, ter uma aula de história no meio da rua de um cara que tenta ganhar a vida fazendo isso, depois passar as tardes num shopping, tomando milkshake na cobertura e andando muito e enrolando muita conversa de rua. Foi uma das melhores viagem com meus amigos que já tive. Sei que é somente a primeira e irá ter muito mais, mas estou ansiosa. Esqueci de mencionar que antes de fazer essa viagem, a amiga que mora nessa cidade que fica a duas horas, veio pra nossa visitar, ficou na minha casa e tudo que a gente fez foi comer sushi no shopping, filosofar quando podia e ir em museu porque afinal, todo mundo ali era de humanas. Sem contar que nós olhávamos quadros e ficávamos tentando adivinhar qualé a do artista. Também fomos na casa do meu amigo no final da noite, esta que fica bastante longe da minha em quesito de bairro. Cantei como se não houvesse amanhã e terminamos o dia vendo o desenho animado – isso acabou criando muitas piadas internas. Mas prosseguimos.

Após de alguns meses tentando entender que posso ser eu mesma e ser muito feliz, eu tomei a coragem de cortar meu cabelo bem curtinho e pintar de preto pela primeira vez na minha vida. E assumo, eu me amei demais. Amei. Amei. Amei. Eu sorri e tirei uma foto para que representasse exatamente isso. Sem maquiagem, sem filtros, apenas eu ali. Confiante com o meu pedaço pela primeira vez na vida.

Uma temporada se passou e meu pai veio pra cá e passou um dia com a gente (eu e meu irmão). Foi igualmente divertido, até porque saímos e comemos muito Mc Donald’s com Coca Cola como toda vez que saio com ele – a gente tem que manter essa tradição, não é mesmo? Já é ritual dos Grilli.

Não me lembro exatamente em que mês, mas lembro que também ajudei muita gente. Odeio ver gente de rua precisando de algo. Faço assim que posso! Dessa vez, em meio ao intenso frio sulista, não dei dois passos: dei cobertores, tênis e comida a um senhor que estava chorando de frio na calçada enfrente ao meu prédio. Aquilo ali, por mais frio que estivesse por fora, por dentro eu estava sorrindo calorosamente. E minha irmã, que me ajudou nessa, disse que faria igual assim que crescer!

Logo, quando os meses foram passando e eu me dedicando a faculdade e trabalhando em horário duplo (porque comecei a dar aula particular também!), nada muito fora da rotina aconteceu, mas que profissionalmente me evoluiu muito! Criei mais senso de tempo, organização, metodologia e amor pela minha profissão que com o passar dos dias, mais se cultiva e mais cresce.

Não foi um ano qualquer, por mais que sejam poucos acontecimentos eles preenchem muito! Evolução foi a palavra do ano e agradeço muito por cada momento dele. Principalmente do apoio e do colo que as pessoas me deram nos momentos difíceis (esse vai em especial para o meu namorado, que sempre, sempre, sempre esteve do meu lado e continua me suportando).

Foi intenso mas ao mesmo tempo leve. Foi profundo mas ao mesmo tempo foi uma constante evolução e continua ainda!

A gente perdoa, cicatriza momentos ruins e segue em frente. Mas qual seria a graça da vida se não fosse por isso?

deixe que digam, que pensem, que falem.

Todo mundo gosta de rotular, de reclamar e olhar para vida alheia. Até porque todo mundo aqui é humano e tem a necessidade de falar a sua própria opinião. Não é à toa que muitos estão debatendo em textões de Facebook, criando blogs, vlogs e diários digitais. A questão é sobre a importância que atribuímos a isso – principalmente quando o foco da conversa é a sua vida.

Desde que me entendo por gente, eu lidei com olhares alheios voltados a minha vida, principalmente a partes que não interessa definitivamente a ninguém. O jeito que alguém toca a vida é realmente muito intrigante ao ponto de todo mundo parar de fazer o que estiver fazendo só pra fazer um comentário – seja ele maldoso ou não. Dentre esses comentários, fofoca vai e vem. Surge o boato. Esse cara aí, ele me odeia. Ele persegue todos ao redor pra fazer algo com que me afete – e eu achando que isso ia um dia parar! Não. Seja no trabalho, seja na faculdade, seja na roda de amigos de qualquer lugar. O boato sempre vai se fazer presente, porque… Honestamente, eu não sei o porquê. Talvez seja pela falta de educação? Talvez seja pela negligência de uma pessoa? Talvez seja pela a necessidade de o ser humano comunicar-se e até, às vezes, enaltecer alguém? Essa coisa é muito complexa e eu até hoje não consigo entender. Tentam me explicar o motivo de sua existência, continuo achando sem sentido. E quando pára de se importar com esse tipo de coisa, criam mais um boato sobre você.

Em grande parte dos assuntos polêmicos da atualidade, é sobre se importar de como o outro toca a vida. Casamento gay, aborto, posição política e entre outros. Basta se manifestar, vem boato. E pra mostrar que é pra ficar, vem junto discurso de ódio gratuito. Como lidar com isso é tudo uma escolha. Alguns começam a agir conforme o que os outros acham. Naquela linha de muitos “devo” e poucos “quero”. Deixar que os boatos te afetem, afeta não só você mas também o que te espera pela frente, contando também com as pessoas que se importam com a sua vida.

Eu sei, é tentador ligar para o que dizem. É realmente difícil a gente se tornar um pouco egoísta e se importar mais consigo mesmo. Você acredita que o que os outros estão dizendo realmente muda a sua vida, que é importante, até você agir de maneira contrária.

Deixe que falem, que digam, que pensem.

Olhe pra frente, tenha determinação com cada passo futuro que der. Porque só você se conhece bem. É quem sabe cada defeito e qualidade da sua personalidade. E isso ninguém pode mudar.