e eu jogo o jogo da vida

e eu jogo o jogo da vida

acho até engraçado eu vir falar disso depois de escrever um texto totalmente sério, como se estivesse desesperançosa, sem piadas, sorrisos de danças totalmente soltas. mas foi preciso tempo (que é o que me assusta!). volto aqui, logo nesse mês em que estamos pra te contar isso, pois preciso.

eu abri esse livro sem pretensão nenhuma, sem esperança nenhuma. nem se quer li sinopse! não sabia sobre o que se tratava, mas engatei nele mesmo assim pois eu queria muito ler os clássicos literários já que minha profissão depende disso (e não que isso seja uma coisa ruim, claro).

eu me surpreendi.

sim, estou falando de pollyana, de eleanor h. porter.

uma capa que me chamou muita atenção, que de princípio queria ler com a minha irmã mas ela não se sentiu atraída e meu irmão estava ocupado com livros de outro gênero. guardei pra mim. eu ainda tenho esperanças que algum dos meus pequenos irmãos irão ler, porque se não for de fora, de mim é que vão ouvir! bastante!

o livro começa com a apresentação do ambiente que nossa querida pollyana, uma encantadora menina de 11 anos irá viver pelo resto de sua narrativa. apresenta sua tia polly, nancy, e apresenta alguns de seus amigos durante toda sua jornada. em cada capítulo se explica como ela enxerga seus dias e seus momentos para somente viver e vencer alguns obstáculos. alguns obstáculos são leves, outros são profundos, mas não por sua complexidade, mas porque me fez parar de ler e encarar a parede por um tempo refletindo. são tantos pontos diante dos olhos de pollyana que nos faz pensar sobre a vida, e quando nos dermos por nós, estamos jogando o famoso jogo do contente.

o único ponto que me deixou pensativa sobre esse livro é o final. me deliciei tanto durante mas no final, ele simplesmente foi. terminou ali. rápido. sem muitas explicações. algumas arestas meio mal explicadas, tortas que só nos faz imaginar como seria aquele momento que ficou em aberto?

mas é no fim que você entende que é um livro que abraça gente, de um jeito gentil, caloroso e te faz voltar a ter esperança na vida e nas pessoas. vale o acalento. de verdade. até porque, mesmo quando nós somos adultos e lemos algo assim… a nossa criança interior puxa nossa sombra pela barra da camiseta e te relembra todo o sentimento bom e ingênuo que esse livro te faz reviver.


Oh, Tia Polly, Tia Polly, me sinto tão contente esta manhã, simplesmente por viver!

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